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Atualmente, o tratamento clínico da osteoartrite (OA) de joelhos é sintomático e visa aliviar a dor e a rigidez; manter ou melhorar a função articular; reduzir a incapacidade física e melhorar a qualidade de vida. Para ser eficaz, o tratamento da OA conta com o uso apropriado de uma série de tratamentos não farmacológicos, farmacológicos e cirúrgicos. Embora as intervenções farmacológicas mais comumente usadas para a OA de joelho forneçam melhoria clinicamente significativa da dor, sabe-se que a o uso isolado de analgésicos não fornece alívio adequado ou completo dos sintomas articulares. Vários fatores são atribuídos ao subtratamento da dor como: a falta de atendimento médico profissional, a não orientação/introdução de terapias não medicamentosas (como a perda de peso e o exercício físico) e o excesso de confiança isolado em medicações.


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A injeção intra‐articular com corticosteroides tem sido uma prática muito comum entre os reumatologistas desde 1951. É normalmente usada em caso de persistência de artrite de uma ou poucas articulações. Nesses casos, a infiltração intra-articular é considerada superior ao uso de corticosteróides sistêmicos, já que estes têm a desvantagem dos diversos efeitos colaterais principalmente em doses altas e no uso prolongado.

Diversos CE são usados na prática clínica. Desde 1961, os ésteres triancinolona têm sido usados para o tratamento da sinovite refratária. O hexacetonido de triancinolona é o corticosteróide fluorado com a menor solubilidade, taxa mais lenta de remoção na articulação e o mais potente na produção de atrofia sinovial. Foi comprovada a sua superioridade sobre outros corticosteroides intra‐articulares usados na artrite reumatóide e em pacientes com osteoartrite.


Reumatologia

Segundo o Aurélio Buarque, é o “Ramo da medicina que se ocupa de doenças não cirúrgicas (ainda que eventualmente venham a sê-lo) do aparelho locomotor, ou de outras doenças do tecido conjuntivo”. “Dor nas juntas” segundo a maioria das pessoas. “Esquisitologia”, segundo os médicos não reumatologistas. O Aurélio ainda acrescenta: “é difícil precisar os limites da reumatologia, pois ela tem várias áreas em comum com outras especialidades, notadamente a ortopedia e a neurologia”.

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